88 🔞 – A famĂlia Yamnam (parte 1 de 2)
Nos dias seguintes, os Twixes nĂŁo largaram o Orfeu um instante. No dia 31 foram ao casamento do Lien e do Nan, com a famĂlia. De pĂ© atrás do Dark, o Leo e o Gui apertavam-lhe as nádegas preferidas, e era sĂł isso que ele queria. Logo a seguir Ă cerimĂłnia, os Twixes escaparam-se para o hotel mais prĂłximo.
Quanto ao Fon, desde o momento em que o Fai pegou no Akim ao colo, não desviava os olhos dele. Aquele bonequinho pequenino fez o Husky pensar que por causa de se casar com o Dao, a linhagem dele se extinguia… Os pais morreram, e ele era o único filho… Um sentimento de culpa instalou-se como um bichinho na alma do rapazinho.
No banquete, o Dao reparou que o amado olhava para o bebé com um olhar estranho. Ao concluir que o favorito tinha saudades do sobrinho, depois do jantar propôs que antes do casamento fossem visitar a Liv.
O que apenas confirmou as suspeitas do Fon, que pensou que era o Dao a ter saudades do Biu. Deviam chegar a Las Vegas na noite do dia 2, para passear um pouco pela cidade , e claro, para o Tadao ajustar os fatos. Os fatos do Hima e do Fai tinham sido costurados na melhor alfaiataria de Banguecoque sob a supervisão atenta do Tadao. Os esboços ele os desenhara logo no dia seguinte ao de conhecer o Fai. Mas os fatos para o Dao e o Fon não lhe vinham à cabeça, o que o afligia muito, porque vira o momento da proposta, e fora muito romântico. Só que a musa traiçoeira recusava-se a trabalhar para os rapazes.
A chamada repentina do Elijah desfez todos os planos, a dizer que tinham de ir o mais cedo possĂvel, caso contrário juntamente com o casamento haveria o funeral dele. Durante dois dias e duas noites sem dormir, o japonĂŞs nĂŁo se despegava do tablet, como possuĂdo, a criar os dois fatos. E depois ficou sentado vários dias a bordar. E embora os fatos de casamento já estivessem comprados, os rapazes nĂŁo queriam entristecer os amigos. Por isso ao chegarem a casa, depois de falar com a famĂlia, telefonaram para a central do aeroporto. A combinar o voo para as quatro da manhĂŁ, os dois noivos foram ao aeroporto mesmo sem bagagem, porque os pais disseram que traziam tudo eles prĂłprios.
À chegada esperava-os uma viatura com motorista, que levou os futuros cônjuges ao hotel. O impaciente Tadao, como uma criança, andava de um pé para o outro no quarto dos rapazes, à espera.
— Finalmente! — o Elijah expirou com um ar de desalento quando os rapazes entraram no quarto. — São teus, meu bem! Eu vou dormir!
O Jah escorregou depressa pela porta aberta, a passar pelo Dao e pelo Fon, enquanto o Tadao os olhava com olhos a brilhar.
— Rapazes! Dormiram no avião, pois não? Vamos! — sem esperar a resposta, arrastou-os para o quarto mais ao fundo, que se revelou uma oficina de costura.
— Janko, Gabe! Os modelos chegaram! — o Tadao gritou. E do quarto do fundo saĂram um rapaz e uma rapariga.
— Apresento-vos. A Janko é a minha amiga de infância, o Gabrielle é o marido dela. O Gabe ajuda com os ajustes, e eu e a Janko tratamos da costura. Este é o Dao e o Fon, os futuros noivos. Temos dois dias até ao casamento! — o Tadao tagarelava, a puxar o miúdo Fon para um banquinho baixinho.
Ao almoço, os noivos recém-chegados perceberam porque é que o Jah se retirara assim tão depressa…
Nos dois dias seguintes os rapazes só eram dispensados para sete horas de sono, meia hora para comer três vezes por dia, e era isso. Salvou-os o Anton, que chegou um pouco antes, e ao fato de que o Tadao também tinha umas questõezinhas.
— Jah, porque é que eu tenho a sensação de que tens o Tadao fechado numa cave? — o Dao perguntou ao amigo.
— Ele não tinha inspiração… E depois de repente a meio da noite começou a desenhar… Bem, e eis o resultado em vocês… — o homem suspirou, embora ele próprio olhasse para o amado com um sorriso e um brilho nos olhos.
— Vão descansar. Amanhã têm um dia importante, precisam de dormir. — o Tadao dispensou-os. E depois continuou: — Sexo não conta como descanso!
— Jah, fode-o bem para que nĂŁo diga disparates. — o Fon agarrou o marido pela mĂŁo, a arrastá-lo para a saĂda, a resmungar.
— Pequenino, fugimos? — mal a porta se fechou, o Dao propôs. O Fon sorriu amplamente, e acenou.
A descer para o parque de estacionamento, dispensaram o motorista — e pegaram nas chaves, foram os dois a sós. Enquanto o Dao conduzia, o Fon introduzia no navegador as coordenadas que precisava.
— Primeiro comemos?
— Queres comer comida, ou a mim? — o Husky respondeu com uma pergunta, a passar a mão do joelho à virilha do marido, com um sorriso manhoso.
— Parece que és tu que me queres devorar… — ao ver o brilho nos olhos do amado, o homem acariciou- o na mão. — Ainda podemos voltar ao quarto…
— NĂŁo quero ir ao hotel… Quero ir Ă roda gigante, e depois ao museu da Madame Tussauds, e ao Motor Speedway! Se soubesse que o Tadao se transformava num monstro possuĂdo, tinha fugido com o Jah no primeiro dia! — o Husky queixava-se. O Dao apenas riu.
— Mas gostas dos fatos dele. Até propuseste alterações tu próprio. — o Daonya provocava o amado, que de imediato apertou através das calças o membro a meio mastro.
— Tenho tanto fome… — a desabotoar o cinto de segurança, a mĂŁo travessa tirou da braguilha aberta a fonte de proteĂna, e os lábios pequenos abraçaram de imediato a cabeça do membro…
— Miúdo… ah… estou ao volante! — o Dao gemeu. Mas o membro palpitou no refúgio molhado de prazer.
— E então? Em casa isso não te impedia! — o Husky protestou a estalar, e depois desceu quase até à base, a afastar um bocado o banco do motorista para a cabeça não tocar no volante.
Qualquer ideia de seguir as indicações do navegador estava descartada, porque o Dao tentava andar o máximo possĂvel em linha recta. E embora nĂŁo fosse a primeira vez, por alguma razĂŁo hoje o miĂşdo esforçava-se especialmente, a estalar e a ronronar de prazer. A visĂŁo do Fon de quatro pelo banco, com o rabinho querido a balouçar eroticamente, e Ă s vezes a abanar de um lado para o outro de propĂłsito, tirava o homem do sĂ©rio. O amado a gemer, a cabeça cada vez mais activa, excitavam o Dao mais depressa do que nunca. O orgasmo vĂvido apanhou o homem num semáforo, e ele rosnou, a agarrar o volante com tanta força que carregou na buzina.
— Uf… amor… — o Dao gemeu, a sacudir a cada explosão de fluido.
— O quê? — a voz rouca, o sorriso suave, e os olhos a olhar com adoração tornavam o homem ainda mais feliz.
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A buzina do carro atrás estragou ligeiramente o momento agradável, e o Fon voltou a sentar-se no lugar, a apertar o cinto.
— Amo-te. — a cobrir com a palma a mão do Husky, ele murmurou quase a sussurrar.
— Mudei de ideias! Vamos primeiro ao museu! — sem responder à confissão, o Fon estendeu-se para o navegador, a alterar o percurso.
Vinte minutos depois os rapazes compravam bilhetes na bilheteira do museu.
— Hia! É o… Michael Jackson! Uau… parece mesmo a sério… Só que frio… — o Fon sacudia o marido pelo braço, a espreitar para os olhos da figura.
O Husky arrastava o marido de sala em sala, a tirar fotos com as celebridades com deleite genuĂno, durante cerca de duas horas e meia.
— Ali perto há um café, vamos comer. — o Dao tirava o Fon do museu, a perceber que estava com certeza com fome.
Os apaixonados entraram num restaurante de comida japonesa, e sentaram-se à única mesa livre. Os rapazes pediram uma tigela de ramen cada um e três tipos de sushi. Enquanto esperavam a encomenda, o Dao começou a ficar nervoso ao ver o olhar perdido e inseguro do miúdo, mas teve medo de perguntar.
Quando trouxeram a comida, o Fon comia com um sorriso satisfeito. Mas apagou-se de imediato ao ouvir o choro de um bebé.
— Oh, meu doce, não chores. Vem para a mamã! — uma rapariga bonita gorjeava, a tirar da carrinha o bebé que acabara de acordar.
— Pequeno… — o Dao chamou o amado. Mas não houve resposta. — Fon?
SĂł quando a palma hĂşmida tocou a mĂŁo do rapazinho, ele estremeceu, a desviar o olhar da famĂlia feliz com o bebĂ© para o Dao.
— Vou à casa de banho, já volto. — ele disse de repente, quase a arrancar a mão de baixo da palma do marido.
É nervosismo pré-casamento? Ou ele mudou de ideias sobre se casar comigo? — o homem ficou a sério preocupado. E a tirar o guardanapo do colo para a mesa, foi atrás do Fon.
O que viu na casa de banho assustou-o. O Fon estava junto ao lavatório, a lavar o rosto, e a soluçar.
— Pequeno! — o Dao correu a abraçá-lo. Mas ele apenas se afastou. — O que acontece?
— Não precisas, não te aproximes. — o Husky pedia com voz trémula.
— Tu… não queres casar comigo? — o homem perguntou quase a sussurrar. E o coração apertar-se-lhe de medo de ouvir a resposta.
— Vamos cancelar tudo… — o desespero que ouvia na voz do amado matava o Dao.
A avançar para o miĂşdo, o homem ignorando os protestos, tomou-o ao colo, a apertar-lo com força contra si. O Fon debatia-se, e começou a chorar abertamente. Mas o Dao sentou-o na bancada, sem o largar dos braços. Quando o corpinho parou de se debater, e o narizinho apenas soluçava, o Lobo ergueu-lhe a carita a chorar, a beijar cada centĂmetro com suavidade.
— Fiz algo errado? — o homem perguntou. Mas o miúdo apenas abanou a cabeça. — Alguém te disse alguma coisa? — mas de novo negativo. — Tu… já não me amas? — agora os olhos do Dao brilhavam tambémm porque não percebia o que se passava com o miúdo.
E de novo abanar da cabeça pequenina. Só que o homem interpretou como «não».
— Porquê? Não te dou atenção suficiente? Passo pouco tempo contigo? O sexo ficou pior? Mostro menos amor? Tu… apaixonaste-te por outro? Por isso não queres casar? — ele enumerava as hipóteses com voz trémula, a baixar o olhar, porque tinha medo de olhar para os olhos amados.
— Meu Deus, não… Amo-te… amo-te loucamente… Por isso… não tens de casar comigo… a-a-a-a-a… — o Fon agarrou a mão do amado, a falar. E nas últimas palavras voltou a rebentar a chorar.
— Não percebo… meu amor… — a abraçar com mais força o rapazinho a chorar, já soluçava ele próprio.
— Não sou mulher! Percebes?! Não sou mulher! — o miúdo quase gritava no ombro do marido.
— Sei, porque uma mulher não me interessaria. — o Dao respondeu honestamente. Mas o Husky chorou ainda mais forte.
— Nunca te vou dar um filho… snif… nunca… a-a-a-a-a… — finalmente o homem ouviu o motivo das lágrimas.
— Queres um filho? — o Dao perguntou, a acariciar os cabelos do amado.
— És tu que queres um filho… — ao ouvir as palavras do amado, o Dao até sorriu.
O Dao não pensara sequer em filhos. A Tirak é muito irrequieta, sempre a correr pela casa a fazer qualquer coisa. Sim, o Lien com o bebé ao colo despertara-lhe um sentimento de ternura, mas o desejo a coçar de ter um filho não surgira. Conhecia o amado na perfeição, e percebe que se tivessem um bebé, todo o amor, atenção e carinho iam para aquele ser minúsculo, e não para ele. E partilhar com alguém o amor do Husky não quer, para ele próprio já é pouco.
— Oh… tens razão… quero um filho… — a erguer pelo queixo a carita do Fon, ele beijou-o apaixonadamente.
— Este filho querido e sexy quero… Outros não quero… Não me caso contigo para partilhar com alguém… Tu és meu… E quero ser teu até à morte… — a percorrer com as mãos por baixo da camisola do amado — a descer dos lábios pela garganta fina do Husky a soluçar e gemer, o Dao falava com suavidade.
— Mas…
— Nada de «mas»! Amo-te, e não quero que cedas o teu amor a mais ninguém… Sou possessivo, pequeno! E amanhã tenho documentos a confirmar que pertences só a mim! — a puxar o miúdo para si, ele roçava o próprio membro pela virilha dele.
— Hia… amo-te… — o Fon percebeu que inventara demais, e que com o comportamento dera trabalho ao amado. Mas decidiu que depois do casamento teria uma conversa séria sobre o assunto delicado.
O Dao afastou-se, e deu um passo atrás, a admirar o jovem sexy, que amanhã já usaria o anel dele e o apelido. O Fon estava sentado na beira junto à parede, com uma perna cruzada sobre a outra. A camisola de malha escorregara de um ombro, a expor o peito. Os calções tinham subido tanto que dava a sensação de uma saia curta. A cabeça apoiada na parede, um braço atrás das costas, e o outro a acariciar sedutoramente a própria coxa. Olhar lânguido, boquinha entreaberta, faces e nariz vermelhos de chorar…
Um instante, e as perninhas do Fon já envolviam a cintura do marido, que com um ronco gutural o arrasta para a cabine mais próxima, a morder os lábios doces. A fechar o trinco da porta, o Dao desabotoou com jeito o botão dos calções,
a puxá-los com as cuecas pela nadegazinha amada.
— Fica quietinho, meu bebé adorável… E o paizinho dá-te uma guloseima… — a sentar-se na tampa fechada da sanita, tirou o membro das calças, a lubrificá-lo com saliva, a puxar o Husky para se sentar.
— M-m-m-m-m… — o Fon gemeu, enquanto descia no ceptro do amor,de frente para o marido, a abraçá-lo pelo pescoço com os braços.
— Sh-sh-sh-sh… uf… caso contrário ouvem-nos… — o Dao sussurrava ao noivo, enquanto o rabinho querido ganhava ritmo.
— Beija-me… — o miúdo pediu. E o homem apertou-o com mais força pelas costas, a penetrar avidamente na boca amada.
Enquanto um chupava com força a lĂngua e os lábios, o outro movia-se cada vez mais depressa no membro, a ajudar-se com a mĂŁo. Aproximaram ambos do orgasmo os rapazes que entretanto entraram na casa de banho, a discutir algum belo rapaz ali perto a cantar de forma magnĂfica em várias lĂnguas, a tocar guitarra. E embora devessem ter parado, ao ouvir a conversa deles, o Fon apertou ainda mais os mĂşsculos do anel, a mexer as ancas ainda mais depressa.
O som da porta da casa de banho a bater coincidiu com o orgasmo simultâneo dos dois na cabine, que no beijo trocavam os gemidos. A respirar com dificuldade, o Dao levantou-se com o amado ao colo, rodou, levantou a tampa, e sentou o Husky.
— Vamos mandar os bebés em viagem aquática… Tu os meus, e eu os teus… — o homem brincou, a passar a mão pela face do Fon, a beijar os lábios corados. — Encontram-se depois e discutem como somos uns canalhas.
O Fon sorriu, a perceber do que o marido falava, e acenou. O Dao saiu da cabine, a deixar o Fon lá, e foi ao lavatório lavar a camisa o fluido do Husky.
— Realmente não queres filhos? — a envolver a cintura com os braços, a apoiar a testa nas costas do Dao, o Fon perguntou baixinho.
— Realmente. — o Lobo voltou-se, a beijar no nariz. — Vamos, a comida já deve estar fria…
O casal voltou Ă mesa. Mas o homem, ao ver o olhar do amado, continuou a conversa interrompida.
— Amor ,escuta. Não quero filhos, não porque não goste deles, mas porque é uma grande responsabilidade. Os meus pais não conseguiram… Sei que aquele acidente foi acidental. Mas morreram, e eu fiquei a viver. Mesmo com todo o amor que os pais me tinham, e com o dinheiro que tinham na conta, isso não os salvou da morte, nem a mim da dor da perda. Vês tu próprio que eu e o Hima não vendemos macarrão, e para alguém como nós a probabilidade de morrer jovens é muito maior do que para as pessoas normais. Olha para o Lien… foi comprar um bolo, e tornou-se pai. Imagina se não estivesse lá? O Akim ia simplesmente para um lar, se sobrevivesse, claro. Não quero depois magoar uma criança com a minha morte. Eu próprio passei por isso… — o Daonya explicava. O Fon ouvia-o atentamente.
— Hia… desculpa…
— Não te desculpes, pequen. Quero que saibas mais uma coisa… Amo-te, amo-te mais do que a vida. Se quiseres um bebé, diz. Discutimos todas as hipóteses. Só te imploro, nunca mais digas não, nem sequer penses em me deixar… — o Dao dizia com sinceridade, a segurar a mão do amado, a acariciar com leveza.
— Nunca mais faço isso… Sou tão estúpido… nem pensei nos teus pais… — o Husky pedia desculpa, sem erguer a cabeça.
— Come, meu pequeno impressionável, parece que ainda está quente… — a beijar a mão do Fon, ele pôs-lhe nela os pauzinhos, a tocar no prato.
Depois de comer, o Dao lembrou-se de como o amado falara da roda gigante, e foi para lá. O Husky achou estranho que o marido perguntasse ao funcionário quanto tempo dura uma volta completa. Mas decidiu que o Dao queria saber para ainda dar tempo de ir ao Motor Speedway. Mas assim que se sentaram na cabine, e a roda subiu um pouco, o Lobo manhoso ajoelhou-se diante do Fon, a abrir simplesmente a braguilha dos calções, e num movimento colocou o membro na boca. O Husky gemia, esfregava os cabelos do amado, levantava as ancas, e quase gritava de amor ao chegar ao fim na garganta do homem, que amanhã seria o seu cônjuge. O Fon não imaginara que chegaria ao fim assim tão depressa, mas a boca quente do Dao, os gemidos dele, e a vista da cidade da altura estimulavam muito. O noivo satisfeito com a travessura, depois de engolir tudo até à última gota, pôs cuidadosamente a roupa do Husky em ordem, exatamente quando faltavam menos de três metros para o chão.
— Louco… — o Fon expirou com um sorriso de êxtase, a abrir os olhos.
— Com este louco vais viver a vida toda. — o Dao sorriu em resposta, e com o dedinho chamou o Husky.
Lambidela…
O Fon lambeu no canto da boca do marido uma gotinha branca, e a beijar-lhe os lábios inchados com suavidade explicou:
— Ficaram-te aqui uns filhos. Como se diz? Na alegria e na tristeza, no sexo e no canibalismo…
O Dao deu uma gargalhada. E exatamente nesse momento a cabine chegou ao ponto de partida, a parar.
Os rapazes saĂram, e o Fon viu uns ursos de peluche gigantes que se podiam ganhar a abater todos os cubos. Na terceira tentativa o vendedor já oferecia escolher o urso preferido. O Husky escolheu o que era Ăşnico, preto com uma mancha branca num olho e laço vermelho ao pescoço.
— Fazer-te feliz Ă© o passatempo mais agradável que tenho! — a abraçar o Fon pela cintura, o Dao levava-o para a saĂda.