72 🔞 – Despedida de solteiro (parte 1 de 2)
Assim que Mix, Ti e o bebé subiram, Hima agarrou a esposinha pela mão e arrastou-o para o escritório, sem ligar às pessoas na sala de estar.
— Hia! Para onde? Porquê? Ei! Umf… — Fai perguntou em voz alta, e assim que cruzou a soleira do escritório, foi encostado à parede junto à porta com um beijo voraz.
O homem tirava a jaqueta castanha que Fai trouxera do armazém. Os beijos rudes deixavam marcas vivas na pele pálidal, enquanto o cachorrinho gemia sob a força do marido. A t-shirt foi puxada para cima, Hima atirou o decote sobre a cabeça de Fai, a descobrir os mamilos já endurecidos.
— Querido… uff… tu… — o rapazinho gemeu quando uma mão atrevida deslizou para as calças, e os lábios quentes foram sugando os dois mamilos alternadamente.
— Quero-te tanto… m-m-m-m… O teu Tigre está a enlouquecer-me… — o homem não parava, a apertar o membro de Fai.
A perceber que junto à porta não era o mais cómodo, Hima tomou o cachorrinho ao colo e foi para a secretária. A varrer tudo para o chão com uma mão, deitou Fai ao comprido, a continuar a cobrir o corpo desejado de beijos.
— Ha… amor… sou todo teu… — a passar os dedos pelos cabelos loiros e a premir com mais força a cabeça do marido, enquanto a mão de Hima voltava para as calças, a mover-se sobre o membro já excitado do rapazinho.
Lábios quentes desciam até ao umbigo, à volta do qual uma língua húmida dançava um tango, entre os gemidos mal contidos de Fai.
— Hima! Não respondeste sobre… — Orfeu entrou a voar pelo escritório sem bater, e agora percebeu o que a mãe quis dizer com «não te esqueças de bater à porta»…
— Dark… supostamente és inglês… Onde ficaram as tuas famosas maneiras? — Fai ficou indignado quando foram interrompidos. Hima retirou a mão das calças com um suspiro pesado.
— Talvez deva pendurar-te uma campainha ao pescoço, hem? Para te ouvirmos chegar! — o homem frustrado estendeu a mão a Fai, a ajudá-lo a sentar-se e a ajustar-lhe a t-shirt.
— Hima! — Dark protestou, ligeiramente corado, a desviar o olhar.
— Não queres campainha...há ama-seca ! — Hima irritou-se. Fai apenas deu uma risadinha e puxou o marido para junto de si.
— Pomos o Leo e o Gui em cima dele? Eles já namoram, e para ele arranjo um bárbaro qualquer! — o cachorrinho sussurrou, ressentido que o vira-lata inglês se atrevera a levantar a voz para o Gatão.
— Hima!
— Duas amas-secas! — o homem concluiu com firmeza. Pelo olhar de Hima, o Dark percebeu que, se continuasse, só haveria mais.
— Pfft… — Orfeu bateu o pé de forma ostensiva, deu meia-volta e saiu do escritório.
— É assim tão engraçado… como aqueles… esqueci o nome da raça… aqueles que têm 50% de medo e 50% de ódio… — Fai tentou lembrar-se. Hima riu.
— Chihuahua? — ele perguntou.
— Sim! Esses! — o cachorrinho estalou os dedos, a concordar.
— Oh… estragou-me todo o ânimo… — Hima suspirou, e a pegar na mão de Fai saiu do escritório.
No caminho encontraram o Leo e o Gui a subir para o terceiro andar.
— Ei, rapazes! Hoje vêm connosco, e tomam conta do senhor Sabueso! Não se afastem mais de dois metros dele! Perceberam? — Fai parou os rapazes, a dar a ordem.
Os dois entreolharam-se e acenaram a concordar. Exactamente nessa altura, ao ouvi-los, Ti e Mix saíram do quarto.
— Khun Fai, podemos falar? — Mix perguntou. Hima acenou na direcção do escritório.
Os quatro entraram, e Hima sentou-se na cadeira atrás da secretária como anfitrião. Fai instalou-se na beira da secretária ao lado. Mix fez sinal a Ti para se sentar na cadeira em frente, e ficou atrás dele, a pôr a mão no ombro do marido.
— O que decidiram? Aceitamos qualquer decisão. — o Gatão disse com calma, a olhar para o casal à frente.
— Peço desculpa pela forma como me comportei esta manhã… Pensei que tivesse sido o Mix a pedir-lhe ajuda com o emprego… E o meu… orgulho tolo pôs o meu filho em perigo… Desculpe, Khun Fai… Estou muito grato pela sua ajuda… — Pakorn falou. Fai ouvia atentamente.
— Qualquer um teria feito o mesmo no meu lugar, Ti. O que aconteceu não é culpa tua. Não te culpes. O Mix salvou o Sakda,eu só estava lá com ele. — Fai respondeu, a ver o homem a lutar para conter as lágrimas.
— Concordo com a sua proposta, Khun Fai. — Tipakorn concluiu. Mix sorriu, a apertar levemente o ombro.
— Obrigado por aceitares, Ti. Mix, podem ir buscar as coisas: o Sakda vai dormir mais algumas horas de qualquer forma. Levem três rapazes convosco, por precaução. — Hima sorriu. Mix acenou.
— Obrigado, Khun Hima, por me dar outra hipótese. — Pakorn agradeceu, a juntar as mãos em wai.
Ti estava quase a sair com Mix quando a Tirak entrou a correr, seguida de Kira.
— Mamã! Papá! Já salvaram o filho do tio? — a menina estendeu os braços para Hima, que a tomou de imediato ao colo.
— Sim, querida. Este é o tio Ti, vai tomar conta de ti quando tivermos de sair para trabalhar. — Fai respondeu. A menina sorriu.
— Está a ver, tio Ti! Eu disse que o pai era um mágico! — a menina satisfeita sorriu. Ti sorriu em resposta.
— Mix, vão os dois. Levem só o essencial. Temos de sair à noite. Quando o Sakda acordar, fica com ele, a mãe toma conta da Rak hoje. O menino teve um dia muito agitado, que o Var o examine. — Hima continuou. Os rapazes acenaram e saíram.
— Filho, o Orfeu está mesmo furioso lá dentro. Sentado na sala a comer gelado e a amaldiçoar-te. O que fizeste? — Kira perguntou, a olhar para o filho.
— Pus o Gui e o Leo em cima dele. Ao que parece ofendeu-se… embora devia ser eu o ofendido, ele não sabe bater à porta. — o Gatão respondeu honestamente. Kira riu.
— Mamã, estou com fome… — Tirak disse baixinho, a pousar a cabeça no ombro de Hima.
— Vamos, princesa, ver o que a tia Nari preparou. — o homem sorriu quando saíram todos do escritório.
Na cozinha, a tia Nari estava quase a acabar de preparar a sobremesa.
— Tia, trouxemos a princesa conhecer-te. Ela tem fome. Esta é a Tirak, a nossa filha. — Hima disse. Nari quase deixou cair a bandeja de bananas fritas.
É claro, ela sabia que a irmã de Fai vinha, mas uma criança assim tão pequenina. E o facto de Hima a chamar de filha assim abertamente, era isso que a chocava.
— Olá, anjinho. Sou a tia Nari. Fiz-te frango com arroz, queres? — a mulher sorriu. Rak acenou.
— Oh… Não há cadeirinha de criança… — a tia examinou a cozinha, preocupada.
— Não faz mal, come ao colo por enquanto. Fai, manda uma mensagem ao Mix para comprarem uma cadeira para a Tirak no caminho de regresso. — Hima pediu. Fai tirou o telemóvel e enviou a mensagem.
— Desculpa, princesa, esqueci-me completamente da cadeira… — Fai pediu desculpa. A menina estava sentada no colo do marido, e puseram a comida à frente dela.
— Não tem mal, pai. — a menina sorriu, a pegar na colher.
Passados dez minutos a remexer no prato sem comer nem metade, Rak pousou a colher.
— O que foi? Não está bom? — Hima perguntou de imediato. Ela abanou a cabeça.
— Pai… dás-me de comer? As mãos estão tãooo cansadas… Olha — estão escondidas… — a menina disse com toda a sinceridade, a esconder as mãos atrás das costas e a esfregá-las nas roupas do peito sorridente de Hima.
— Sua malandra! Está bem… Mas depois vamos dormir, está bem? — Fai concordou. Ela acenou.
Nari ficou ali a enternecer-se. A mulher nunca imaginara que naquela casa antes vazia e fria haveria tanto aconchego e calor de família. As reflexões foram interrompidas pelo Gui, que entrou na cozinha a pedir café para o senhor Orfeu.
Depois de dar de comer à Tirak, o casal foi ao quarto dela e pôs a menina na cama. Ela adormeceu depressa, ela e a avó tinham estado quase duas horas a fazer compras. Hima e Fai saíram do quarto dos bebés e desceram à sala de estar para o Dark, que olhava para o portátil a acabar o café, com o Gui e o Leo sentados nas cadeiras ao lado. Ele ergueu os olhos um momento e voltou ao ecrã.
— Orfeu, o que estás a procurar? — Hima perguntou, conhecia bem o mais novo.
— Informação.
— Por que estás aqui? — o loiro continuou a perguntar. Dois olhos como nuvens cinzentas de tempestade fitaram-no.
— Ainda não percebeste? Pensei que eras o mais esperto da família, irmão. — Dark troçou, a continuar a pesquisa enquanto Hima reunia os pensamentos.
— Desculpe, senhor Sabueso… — Fai fez uma vénia a Orfeu. Hima deu uma risadinha. O Gui e o Leo sorriram fracamente. — Não sabia que o senhor Invisível tinha uma natureza assim tão sensível. Ficaste ofendido por não te pedirem informação há quase três meses, não é? E então? Descobriste alguma coisa sobre mim? — Fai continuou. O Gatão percebeu…
Fai tinha razão: a última vez que alguém pedira informação ao Dark fora a mãe, quando o Hima levara o tiro, mas ele não conseguira encontrar nada. E com o aparecimento do Smart, não havia necessidade de recorrer ao Orfeu, o assistente inteligente estava sempre à mão.
— Que cachorrinho esperto, toma um biscoito! — Orfeu troçou. Hima franziu as sobrancelhas.
— Então? Não te acanhes, pergunta: respondo a tudo. Bem...quase tudo. — Fai continuou a provocar.
— Vamos ao escritório, senhor Melindroso? Ah, e vocês vão comer alguma coisa enquanto este chihuahuazinho está sob vigilância. — o Tigrezinho continuou. Os rapazes retiraram-se rapidamente para a cozinha, ao ver o olhar a escurecer no novo chefe.
— Estás a comparar-me a essa aberração da natureza?! — Dark levantou-se, a fechar o portátil com força.
— Se queres respostas, vamos. Não...senta-te e admira a informação superficial. — a pegar na mão do marido, Fai foi para o escritório do rés-do-chão, onde Orfeu os interrompera.
Ao entrar, Hima sentou-se na secretária, olhou para o relógio e começou a contagem decrescente, enquanto o cachorrinho se acomodava no colo do marido:
— 5… 4… 3… 2…
Clique.
— Assim tão previsível… — Hima disse baixinho e sorriu.
— Então, alguma pergunta? — Orfeu sentou-se na cadeira em frente ao casal. O rapazinho acenou.
— Diz-me, cachorrinho, como a informação que enviei ao meu irmão desapareceu? Lembro-me de tudo o que enviei ao Hima. Só que essa mensagem já não está na nossa conversa. — Dark perguntou diretamente. Fai sorriu.
— Esqueceste-te de onde estudei? — o rapazinho fez a contra-pergunta. Orfeu continuou.
— Suponhamos… Mas isso não explica o de hoje… — o homem fez uma pausa, e nesse momento o Smart explicava do que o Dark estava a falar.
📡 ‹Chefe, foi demasiado descuidado hoje. Na sala de estar falou sobre o Long sem olhar para o telemóvel, e o Dark reparou. A encontrar uma resposta plausível, dê-me dez segundos.›
— Diz-me, irmão, criaste um ciborgue e trouxeste-o para casa como esposa? — Dark perguntou já ao Hima, sorrindo satisfeito.
— Ahahahaha, um ciborgue? O meu bebé não é um robô. — o homem riu, a abraçar o abdómen de Fai.
— Hoje estavas tão concentrado, Dark, que não reparaste que, antes de dar a informação, eu estava a olhar para o telemóvel. Mas eu vi como paraste de rodar a ampulheta, como o Filon apertava o ombro do Mix a acalmá-lo, como o Leon e o Ball sussurravam, como o meu amigo chupava o pirulito e o Tadao franzía o sobrolho, e até como o Hia estava ali excitado. — o cachorrinho repetiu as palavras do assistente.
Pareceu convencer.
— Então — viste? — Hima perguntou em voz baixa. Fai acenou.
— Está bem… digamos que leste a informação. Então diz-me como a conseguiste mais depressa do que eu, e de um smartphone. Já agora, como deste acesso às câmaras de vigilância da cidade a toda a gente da casa assim tão depressa? Como soubeste o meu nome se não há informação sobre mim online, e a minha mãe e o teu marido não estavam em casa? Afinal, quem és tu, Fai? — Dark insistiu. Hima ficou preocupado.
— Oh-oh-oh, não sabes que sou a esposa do Hima? Quem janta com o Diabo, que leve uma colher comprida, Orfeu. E enfim, como se diz em Inglaterra: muito conhecimento deixa-te careca. Acho que não estás pronto para perder o teu cabelo bonito. Bem… já que foste o primeiro a encontrar uma pista sobre o menino, considera como recompensa vires connosco ao clube. Talvez até consigas arranjar alguém, uma rapariga, ou um rapaz… — Fai sorriu.
Não posso vencê-los… junta-te a eles… — Dark pensou, a perceber que o rapazinho era uma incógnita e que, sem a informação certa, não devia subestimar o cachorrinho.
— Não queres falar… está bem… obrigado pelo convite. — Orfeu sorriu com malícia e saiu do escritório.
— E ele é bom… A propósito — por que não lhe pediste para criar a IA? Acho que teria feito mais depressa do que o Don. — Fai perguntou ao marido.
— O Dark não é do tipo que fica num lugar e numa cidade mais de uma semana. É um pássaro livre, e não quer prender-se a «emprego permanente» ou «relação séria». O máximo que ficou em Londres foi porque estava na universidade. — Hima explicou. — Querido, vamos ao duche. Chegamos ao clube um pouco mais cedo. — o Gatão sugeriu. O jovem concordou.
Depois do duche, os rapazes trocaram de roupa e desceram à sala de estar, onde o Tadao e o Fon já os esperavam.
— Que fazem vocês aqui? — Fai perguntou. Os rapazes sorriram.
— Os nossos maridos já estão no clube, temos saudades. — Tadao respondeu.
— Não! Disse não! Não podem! — Orfeu gritava a descer a escada, seguido do Gui e do Leo.
— Hima! Diz-lhes! Diz-lhes que vou convosco e que não preciso de amas-secas! — Dark quase gritava.
— O que o Fai ordenou que fizessem? — o loiro ergueu uma sobrancelha.
— Não se afastem mais de dois metros do Khun Dark, chefe… Além disso, que vamos ao clube com ele. — Gui relatou com a cabeça baixa.
— Podem ficar em casa. — Hima disse com calma. Os rapazes olharam para Fai, e ficaram pálidos.
— Obrigado! — Orfeu sorriu para o irmão. Mas o sorriso desapareceu de imediato após as palavras de Leo.
— Desculpe, chefe… Não podemos. O senhor… Sabe bem… — antes de acabar foi interrompido pela risada de Kira na escada, com a menina ao colo.
— Sabes que certas ordens nesta casa não se discutem, não sabes? Desculpa, Orpheus… Há algum tempo, até eu sou menos temida nesta casa do que este rapazinho doce. — ela continuou em vez de Leo. Ele baixou a cabeça.
— Desculpe, Khun Kira…
— Não te desculpes, este Tigre é temido pelo Koji e pelo Klahan… este último a título póstumo. Ah, desculpa, querida, tapa os ouvidos: não ouvistes nada. — Kira recobrou-se quando as mãozinhas viraram o rosto dela para o da menina, a olhar nos olhos azuis.
— Fai! Chama os teus cãezinhos amestrados! Não sou um adolescente rebelde na puberdade, não preciso de guarda! — Dark protestou. Mas Fai apenas o mediu com o olhar e sorriu.
— A tua roupa combina bem com os fatos deles. Não te ressintes, eles vêm. Há três meses alguém me explicou… claramente… que ninguém é imortal. E não quero problemas no nosso clube. — o cachorrinho explicou. Hima percebeu-o.
— Vovó, quanto tempo ficam a mãe e o pai? — a menina perguntou, preocupada.
— Voltam à noite, e o tio Ball leva-nos agora à loja… — a mulher respondeu em voz alta, e depois sussurrou: — Lembras-te da surpresa para o pai?
A menina acenou.
— Vamos escolher um vestido bonito para ti! — ela disse de novo em voz alta, e acenou a Hima.
O loiro levou rapidamente a esposa para fora de casa, e os outros seguiram. Nos dois carros, os rapazes foram para o clube. Tadao decidiu fazer companhia ao Dark, e o Fon e os dois noivos foram juntos.
📡 ‹Chefe, com base na análise dos dados recolhidos ao longo do tempo, o candidato mais indicado para tomar o lugar do San é Tahan Chang. O testamento do San foi corrigido de forma a apagar a data da alteração. Originalmente dizia que os negócios legítimos iam para a filha. O que faço com isso?›
— Querido, o Assistente pergunta o que fazer com os negócios legais do San. — Fai sussurrou. Hima pensou.
— Hotéis, joalharia, imóveis e afins, para a Yufa. Casinos, minas e empresas receptoras, para quem o teu assistente escolheu. E mais quinhentos milhões para esse homem. — o Gatão respondeu com calma.
— Ele vai ficar bom quando descobrir que «sorte» lhe caiu em cima… — Fai sorriu, a lembrar-se de quem era o Chang…
🍃 🍃 🍃
Ao chegarem ao Trinity, os rapazes saíram dos carros e chamaram de imediato a atenção. Para não despertar suspeitas em Fai, os homens simplesmente decoraram a sala VIP em vermelho e dourado. Sem balões, placas chamativas nem afins. Os uniformes dos empregados também eram vermelho e dourado, o que surpreendeu Fai.
— Boa noite, as vossas mesas estão prontas. — Candy sorriu, a apontar para a sala VIP.
O grupo foi para as mesas, a sentar os noivos ao centro. Petiscos e saladas foram logo servidos. Hima e Fai iam na mesma paleta de cores, branco e laranja. Tadao ia de camisa e calça azuis, e o marido de calça verde-escura e camisa de seda verde-oliva. Dark sabia bem o que lhe ficava, e escolheu camisa roxa e calça dois tons mais escura. Fon não quis exibicionismos: calça ¾ bege, colete branco e blazer bege, sabia que o marido saíra de manhã de fato bege. Anton ia de camisa de cetim vermelha, calça castanha e blazer bege comprido.
Nan e Lien chegaram às 17h55. Claro que o Nanfa não perdia a oportunidade de exibir o homem bonito…
De camisa e calça douradas, o belo de pernas longas entrou no clube a atrair todas as atenções. Nan ia de camisa prateada e calças brancas.
— Boa noite, rapazes, a chuva aqui é de homens, não é? — Lien deu uma gargalhada, a olhar para a mesa.
— Olá, Atirador, destruidor de festas. — Hima sorriu. Nan pôs o braço à volta da cintura de Raed.
— Apresento-te o Elijah, o Tadao, o Anton, o Dao, o Fon e o Dark. Rapazes...este é o Nanfa. E este… é o Lien... a esposa dele. — Fai apresentou todos. Nan sorriu, a sentar o Raed ao lado.